Como criar políticas para proteger dados confidenciais.

Existem algumas etapas que precisam ser seguidas pelas organizações e que envolvem a definição do problema, o desenvolvimento das regras e, principalmente, o cumprimento das normas.

Os dados corporativos são atualmente os ativos mais valiosos de uma companhia e, não surpreendentemente, tornaram-se os maiores alvos de ataques e ameaças, na maioria das vezes de origem interna.

Sim, os maiores inimigos dos segredos empresariais são os funcionários das organizações, e como mostrou o caso Snowden, os terceirizados com amplo acesso a sistemas sensíveis.

Ninguém pode de fato impedir que um vazamento de informação aconteça. A verdade é que nenhuma política, ou tecnologia de segurança de dados internos, tem poderes, digamos,de evitar um vazamento. Mas podem tornar a ocorrência menos provável. Iso passa por investir no uso de  produtos e serviços para a detecção de ataques e reação, mas também por políticas de prevenção. Entre elas o estabelecimento e a implementação de políticas de proteção das informações críticas confidenciais. Como? 

1 – Defina o problema

A empresa precisa definir minuciosamente o escopo do problema para, então, mitigar seus efeitos. Uma “auditoria de dados sigilosos” – a qual inclui passos semelhantes aos percorridos em qualquer auditoria de segurança – é uma ferramenta importante para mapear quais são as informações secretas que a organização possui.

Como os dados podem ser de formatos e tamanhos diferentes, é indicado que a auditoria siga as seguintes etapas:

1. Determinar quais informações precisam ser protegidas
2. Rever os processos já implementados para proteger tais dados
3. Analisar a solidez dessas informações, identificando lacunas de proteção

A necessidade de proteção de cada informação deve ser avaliada de acordo com o valor do dado, seus usos práticos e o custo para mantê-la segura.

2 – Desenvolva as regras de proteção

O programa de proteção inclui um conjunto de políticas, processos, contratos e infraestrutura de TI para suportar tudo isso. É importante lembrar de que cada companhia tem particularidades que influenciarão a aplicação da estratégia de segurança.

Entre as particularidades estão: segmento de atuação, valor das informações confidenciais, cultura corporativa, disponibilidade de recursos financeiros, processo de seleção de funcionários, clima organizacional, entre outros.

De forma geral, um programa de proteção envolve:

1. Mecanismos de controle de acesso e gestão de identidades;
2. Regras para a utilização de dispositivos como drives USB, cartões de memória, CDs e smartphones, e acesso a sites não relacionados ao trabalho e redes sociais;
3. Restrições e protocolos que garantam o que só os usuários selecionados terão acesso aos dados sigilosos e que qualquer movimentação dessas informações será registrada;
4. Políticas expressas para regulamentar o acesso e a preservação dos dados corporativos;
5. Protocolos para bloquear o acesso de funcionários tão logo sejam desligados da companhia;
6. Revisões periódicas para a busca de possíveis brechas de segurança.

Enquanto essas políticas são voltadas aos funcionários, o programa completo de segurança corporativa inclui exigências a prestadores de serviços, fornecedores, candidatos a fusão ou joint-ventures.

Embora muitas questões de proteção e privacidade envolvam o departamento de TI, é importante que o CIO conte com o apoio das áreas jurídica, de recursos humanos, financeira e também do conselho deliberativo. Só assim há a possibilidade de desenvolver um projeto coeso e que abranja todos os níveis da companhia.

3 – Siga as regras

As etapas descritas são de extrema importância para o sucesso do programa de segurança. No entanto, se houver qualquer falha na implementação das políticas, todo o esforço anterior torna-se nulo. E se isso acontecer, não adianta culpar o orçamento disponibilizado para o projeto, as pessoas envolvidas ou os recursos tecnológicos utilizados.

No cenário atual, os profissionais de TI e os advogados são, em conjunto, a entidade que tem como principal missão proteger os dados confidenciais da organização. Por isso, é importante que o CIO trabalhe junto com o responsável pela área jurídica desde o início do projeto.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2013/10/28/como-criar-politicas-para-proteger-dados-confidenciais/

Nota  —  Publicado: 28/10/2013 em Technology


Gestores precisam garantir que todos os colaboradores terão acesso às mesmas informações, para que possam discuti-las e avaliar a percepção de cada um quanto a elas.

Conhecimento é a matéria-prima da inovação. Quando identifica-se uma oportunidade ou um desafio tudo o que aprendemos, junto com nossa experiência cultural, ajudam a criar uma solução. Desde o que aprendemos na escola até os costumes da comunidade em que vivemos servem para moldar essas reações, mas raramente essa base é gerenciada de maneira adequada pelas companhias nas quais atuamos.

Prova disso está no fato de que grande parte das empresas armazena suas informações mais estratégicas e críticas nas mãos (ou na mente) de seus executivos, sem documentá-las oficialmente. Assim não é de espantar que muitas companhias hoje estejam extremamente preocupadas com os processos de sucessão de seus altos comandantes, os quais são os principais detentores de informações corporativas.

Com a intenção de resolver tal problema, as organizações têm investido na capacitação de seus funcionários. A iniciativa é louvável, certamente, mas ignora o principal ponto fraco das empresas: os modelos de documentação, armazenamento e acesso aos dados importantes. De nada adianta trazer conhecimento externo para a companhia se essas informações também ficarão concentradas apenas na mente de poucos.

O cenário descrito explica o motivo pelo qual as organizações ainda sofrem na busca pela inovação. O modelo de tratamento do conhecimento dentro das companhias precisa mudar, com o intuito de que os colaboradores tenham acesso às informações realmente importantes a suas rotinas. Só assim poderão unir esses dados a suas bagagens culturais e, então, desenvolver ações realmente inovadoras.

Remover, de fato, as barreiras ao conhecimento é a chave para o sucesso das políticas de inovação. Todos colaboradores devem acessar as mesmas informações e discutir como cada um as interpreta. Só assim é possível criar algo novo.

Vale ressaltar que o simples bombardeio das pessoas com dados não representa um avanço. É preciso garantir a qualidade do conhecimento disponibilizado e sua adequação à realidade da companhia.

Como sair da teoria e alcançar a prática
Na realidade, são poucas as atividades práticas para implementar ações e projetos inovadores nas companhias. Consideradas complicadas ou, no mínimo, trabalhosas, as iniciativas que têm como objetivo esse estímulo ao pensamento inovador assustam gestores e, por isso, acabam deixadas de lado.

Na maioria dos casos, embora concordem e conheçam os benefícios proporcionados pelo estímulo a ações inovadoras, os líderes não sabem ao certo “por onde começar” a desenvolver esses projetos de modo a conquistar a adesão de suas equipes.

Para nortear esse caminho rumo à inovação, seguem algumas dicas apontadas por executivos que lideraram projetos de sucesso:

1. Comece devagar: identifique o objetivo final do projeto e elabore as etapas que deverão ser percorridas para alcançá-lo. Então, fixe a próxima fase como meta para a equipe que trabalhará na iniciativa. Essa atitude fará com que o time fique mais motivado, na medida em que enxergar o propósito de suas ações de forma mais imediata;

2. Incorpore o exercício de inovar à rotina: passe a olhar todos os aspectos de sua vida de forma mais questionadora, pensando em maneiras de melhorar as questões do próprio dia-a-dia. Assim o conceito de inovação começará a ser desmistificado;

3. Use o que tem: não desperdice dados que a empresa detém sobre clientes, produtos, processos e projetos. Todas as informações são fontes de ideias;

4. Foque no valor agregado: toda ação tem como objetivo levar valor ao consumidor e à companhia. Por isso, essa premissa não pode ser esquecida em nenhuma etapa do desenvolvimento dos projetos de inovação e deve ser checada a cada dia de trabalho, para que a equipe não perca o direcionamento correto;

5. Convença o board: com o apoio do alto comando corporativo as ações de inovação serão mais aceitas nas esferas mais baixas da pirâmide organizacional. Mostre, principalmente ao CFO e CEO, as vantagens que a incorporação dessa nova cultura poderá trazer aos resultados do negócio e, certamente, receberá todo o aval necessário para implementá-la.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/gestao/2013/06/20/veja-5-dicas-para-aplicar-inovacao-na-ti/


Estudo também revelou que 69,8% desses usuários utilizam os dispositivos pessoais na empresa e que 40,4% guardam informações corporativas nesses aparelhos.

Mais da metade ou 58% dos usuários de internet da América Latina armazenam senhas de acesso – de serviços como e-mail, redes sociais e internet banking, entre outros – nos smartphones, revela estudo da ESET. Com isso, as informações confidenciais podem ser facilmente acessadas por terceiros, no caso de roubo, perda ou furto do dispositivo, alerta a empresa.  

 De acordo com o levantamento, os serviços com mais senhas armazenadas em smartphones são as redes sociais, guardada por 85,05% dos usuários. O e-mail vem na segunda posição, com senhas registradas por 77,50% dos internautas, seguidos pelos por sites com serviços pagos e internet banking. Esse último têm senhas cadastradas nos aparelhos por 16,30% dos usuários.

Em relação às medidas que os usuários adotam para proteger os dispositivos móveis, 61,2% estabelecem uma senha de bloqueio do equipamento, 43,5% utilizam o bloqueio do cartão SIM com um número PIN, 35% atualizam o sistema operacional e as aplicações e 24% utilizam uma solução de segurança específica.

“É de vital importância utilizar uma solução de segurança para dispositivos móveis, que permita protegê-los de códigos maliciosos e mensagens não solicitadas, e possibilite apagar remotamente a informação no caso do aparelho ser extraviado ou roubado”, afirma André Goujon, Especialista de Pesquisa & Conscientização da ESET América Latina. “Não adotar algum tipo de medidas equivaleria a deixar uma casa ou um automóvel abertos durante todo o dia”, complementa.

 O estudo mostra ainda que 63,1% dos entrevistados já perderam o smartphone ou tablet e, assim, estão cientes do risco de que pessoas mal intencionadas acessem as informações desses equipamentos. 

Além disso, o levantamento da ESET identificou também que 68,8% dos usuários da América Latina utilizam smartphones pessoais na empresa e 40,4% armazenam informações corporativas nesses dispositivos. O que expande os riscos também às empresas.

Fonte:http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2013/06/20/mais-da-metade-dos-internautas-da-al-armazena-senhas-em-smartphones/


Update de Segurança KB 2823324 do Windows 7 32-bit

 
Update

Em 10 de abril de 2013 tomamos conhecimento que alguns usuários enfrentaram dificuldades após aplicarem o update de segurança Windows 7 KB2823324.

Observação 1: Não formate o seu computador para não perder os dados. Os passos abaixo fazem a restauração do sistema.
Observação 2: Essa página será atualizada sempre que surgirem novas alternativas para solução deste problema.

Essa comunicação tem como objetivo corrigir a falha de inicialização que possa ser causada após a instalação da atualização de segurança KB2823324.

Durante o processo de inicialização da máquina, uma das seguintes mensagens de erro pode aparecer:

Mensagem de Erro 1

STOP: c000021a {Fatal System Error}
The Session Manager Initialization system process terminated unexpectedly with a status of 0xC000003a (0x00000000 0x00000000).
The system has shutdown.

Mensagem de Erro 2

O Windows não foi iniciado com êxito. Uma alteração recente de hardware ou software pode ter causado o problema. Para corrigir o problema:

  1. Insira o disco de instalação do Windows e reinicie o computador.
  2. Escolha as configurações do seu idioma e clique em “Avançar”.
  3. Clique em “Reparar o seu computador”.

Se você não tiver o disco, entre em contato com o administrador do sistema ou fabricante do computador para obter assistência, ou entre em contato com a Microsoft.
Status: 0xc000000e
Informações: A seleção da inicialização falhou porque um dispositivo necessário está inacessível.

Solução: Remover a atualização KB 2823324 através do Modo de Recuperação do Sistema

A Microsoft está investigando mais a fundo a causa raiz para o problema. Neste momento recomendamos aos clientes removerem temporariamente a atualização através de algum dos procedimentos abaixo.

  1. Ao reiniciar o computador e pressione a tecla F8 até que seja obtida a tela abaixo:
    Tela 1
  2. Selecionar “Reparar o seu computador”
  3. Após aparecer a tela Opções de Recuperação do Sistema – clique em Avançar
    Tela 2
  4. Selecione o usuário do computador na caixa de listagem Nome do Usuário e digite a sua Senha
    Tela 3
  5. Selecione a opção de Prompt de Comando:
    Tela 4
  6. Na imagem anterior, observe a unidade que foi escolhida, no nosso caso “d:” e utilize a mesma para o comando abaixo: “dism /image:D:\ /cleanup-image /revertpendingactions” . Você tem que digitar este comando na tela preta.
    Tela 5
    Se a exibição acima do Windows 7 for C: disco local (Imagem do item 5), o comando seria: “dism /image:C:\ /cleanup-image /revertpendingactions
  7. Aguarde até que a operação seja concluída com sucesso:
    Tela 6
  8. Feche a janela do prompt clicando no X localizado na parte superior da janela e voltando ao menu anterior clique no botão reiniciar:
    Tela 7
  9. Ao reiniciar o equipamento selecione a opção “Iniciar Windows Normalmente”:
    Tela 8
    Após este procedimento sua máquina funcionará corretamente.

Caso o processo não seja bem sucedido, entre em contato com os canais de suporte abaixo:

Entre em contato com o serviço ao cliente
Grande São Paulo: 11 4706 0900
Demais localidades: 0800 761 7454

Horário:
Segunda a sexta das 8:00 a.m. – 8:00 p.m.
Sábados, Domingos e Feriados das 9:00 a.m. – 7:00 p.m.

Contate por chat um especialista

Pedimos sinceras desculpas por qualquer inconveniente causado aos usuários.

 

Fonte: http://www.microsoft.com/brasil/resolucao/


O VirtualBox, programa para emulação de sistemas operacionais passou a apresentar erro com alguns SOs, como o Ubuntu e o Fedora. O problema ocorre devido a uma incompatibilidade entre o aplicativo e o novo Kernel dessas distribuições, que, apesar de viabilizar a instalação do software, entrega uma mensagem de erro ao tentar executá-lo.

Para contornar o imprevisto, basta seguir o passo a passo de linhas de comando para ambos os sistemas e voltar a ter um ambiente de máquinas virtuais plenamente funcional.

Ubuntu

Passo 1. Abra o Terminal e entre com o código $ sudo su e senha de usuário;

2Abra o terminal (Reprodução/ Alessando Iglesias)

Passo 2. O código seguinte a ser inserido deverá ser este: # apt-get install dkms build-essential linux-headers-generic ;

3Insira os códigos (Reprodução/ Alessandro Iglesias)

Passo 3. Inclua o código que fará a remoção da versão já instalada do Virtual Box: # apt-get remove virtualbox ;

4Insira o código que removerá versão instalada do Virtual Box (Reprodução/ Alessandro Iglesias)

Passo 4. Entre com a linha de comando # dpkg –purge virtualbox ;

6Insira a linha de comando (Reprodução/ Alessandro Iglesias)

Passo 5. Reinstale o VirtualBox, agora plenamente funcional: # apt-get install virtualbox ;

7Reinstale o Virtual Box (Reprodução/ Alessandro Iglesias)

Passo 6. Abra o programa e construa sua máquina virtual normalmente.

11Abra novamente o programa (Reprodução/ Alessandro Iglesias)

No Fedora:

Apesar de contar com linhas de comando diferentes, a instalação do VirtualBox no Fedora seguirá a mesma lógica da utilizada no Ubuntu, devendo-se, somente, inserir os códigos adequados. São eles:

Passo 1. $ sudo su

Passo 2. # yum install gcc ;

Passo 3. # yum install dkms ;

Passo 4. # yum install kernel-devel-$(uname -r) ;

Passo 5. E para recompilar: # /etc/init.d/vboxdrv setup .

Pronto! Agora você pode executar o Ubuntu ou o Fedora sem erros em sua máquina virtual.

 

Fonte: http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2013/03/corrija-o-erro-de-kernel-no-ubuntu-e-fedora-ao-executar-o-virtualbox.html


Segundo estudo Visual Networking Index, da Cisco, em 2016 o tráfego anual de dados via IP vai atingir 1,3 zettabytes. E mais de 2/3 disso será vídeo.

O que é um zettabyte de dados? Do ponto de vista técnico, um zettabyte equivale a 1024 exabytes que, por sua vez, são o mesmo que 1,1 trilhão de gigabytes. Se quiser colocar isso em uma escala mais próxima da sua rotina de vida, saiba que um zettabyte equivale a 2 bilhões de anos de música digital.

Pois 2016, segundo o estudo Visual Networking Index, da Cisco, será o primeiro ano em que o mundo terá trafegado, pelas redes IP, mais do que um zettabyte de dados (tendo atingido 1 zettabyte ao final de 2015). Mais precisamente, estaremos circulando 110,3 exabytes de dados por mês e portanto teremos trafegado, em um ano, 1,3 zettabytes de dados. Desse total, 86% será vídeo (internet video, vídeo por demanda e P2P).

A cada segundo, 1,2 milhão de minutos de vídeo vai circular pela rede global (você precisaria de 6 milhões de anos para conseguir assistir todo conteúdo em vídeo que vai ser distribuído mensalmente em 2016). Globalmente, o tráfego IP em 2016 vai atingir atingir 277 Tbps (terabits por segundo) o que é o mesmo que ter 230 milhões de pessoas fazendo streaming de vídeo HD ao mesmo tempo durante 24 horas do dia, todos os dias do ano.

Confira o infográfico:

 Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2013/03/25/2016-o-ano-em-que-ultrapassaremos-a-barreira-do-zettabyte/


Uso de força letal contra aqueles por trás de ciberataque contra uma nação seria legal se o golpe atendesse a critérios semelhantes aos atualmente aceitos para guerras no mundo real.

O uso de força letal contra crackers organizados poderia ser justificado sob lei internacional, de acordo com um documento divulgado na quinta-feira (21/3) por um painel de especialistas em guerras legais e cibernéticas.

Mas isso somente se um ataque cibernético contra uma nação atendesse a critérios semelhantes aos atualmente aceitos para guerras no mundo real, disse o presidente do Departamento de Direito Internacional da Faculdade de Guerra Naval dos EUA, Michael N. Schmitt.

Schmitt é o editor do Tallinn Manual sobre o Direito Internacional aplicável a guerra cibernética, um livro de 300 páginas elaborado por especialistas a pedido da OTAN e publicado pela Cambridge University Press. “Se você tem um grupo armado organizado – e não indivíduos, poucas pessoas realizando ataques – e os ataques causarem consequências que incluem a destruição física ou lesão ou morte de pessoas físicas, então o Estado que é vítima de tais ataques pode atacar com força própria”, disse Schmitt em uma entrevista.

Os danos causados ​​por um ataque virtual teriam que ser tão graves quanto aqueles causados no mundo real. “Se isso acontecer, de acordo com o direito de legítima defesa previsto na Carta da ONU, então o Estado pode responder com força – mesmo que essa resposta envolva ferir as pessoas que o atacaram ou causaram dano a ele”, disse Schmitt.

A situação pode ficar sombria durante uma guerra “quente”, se hackers civis entrarem na briga. “E porque eles estão fazendo isso”, disse Schmitt, “eles podem ser atacados.”

“Se você estivesse no campo de batalha e alguém estivesse atirando com uma arma em você, você deveria ser capaz de atirar de volta”, disse ele. “É exatamente da mesma maneira no ciberespaço.”

No entanto, o uso legal de força letal contra um cracker é muito limitado. “Fico mal quando as pessoas dizem: ‘alguém está conduzindo um ataque de hackers, você pode atacá-los de volta”, disse ele. “Não, esse não é o caso.”

O sincronismo pode ser um elemento-chave para justificar legalmente uma resposta contundente a um ataque cibernético. “Uma vez que um ataque esteja completamente encerrado, não há necessidade de continuar a se defender vigorosamente, então a resposta certa para o ataque é a diplomacia”, disse Schmitt.

Sob essas regras, o Irã, que sofreu danos de infraestrutura devido a um ciberataque realizado pelo vírus Stuxnet, não tinha base legal para uma resposta vigorosa para esse ataque – mesmo que soubesse com certeza quem estava por trás da invasão contra o seu programa de desenvolvimento nuclear.

Da mesma forma, os ciberataques que ocorreram nessa semana contra veículos da mídia e da indústria bancária sul-coreana falharam em atender os requisitos mínimos para uma resposta vigorosa. “Sob a lei existente, as consequências não foram graves o suficiente para justificar uma resposta militar contundente ou uma ciberresposta com consequências graves”, disse Schmitt.

Em ataques como os de Irã e Coreia do Sul, a parte mais difícil é determinar contra quem deve se lançar uma resposta contundente. “A autenticação é uma parte essencial do direito à autodefesa”, disse em entrevista David Bodenheimer, que lidera a prática de segurança interna na empresa de direito internacional Crowell & Moring, em Washington DC. “Você não pode atacar outro país por um ataque cibernético se você não pode identificá-lo com alguma especificidade.”

Mesmo no que é considerado um caso clássico de guerra cibernética lançado por um Estado-nação contra outros – como os ciberataques da Rússia contra a República da Geórgia e Estônia – podem faltar evidências sobre quem estava por trás dos ataques. “Houve suporte para o ataque ser ligado a russos ou cidadãos russos, mas no final do dia, as investigações não foram capazes de mostrar que os golpes foram a mando do governo russo”, explicou Bodenheimer.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2013/03/22/crackers-que-atacam-nacoes-podem-ser-assassinados-dizem-experts/


Avaliar, instalações, certificações, infraestrutura e profissionais são algumas das recomendações dos especialistas para acertar na contratação.

A manutenção dos sistemas é um dos serviços mais caros para as empresas, pois pode representar até 80% dos orçamentos atuais da TI. Não escolher um solution center com instalações adequadas, certificado e que ofereça treinamento apropriado aos seus profissionais é um erro grave, dizem os especialistas.

É comum que as organizações optem por contratar um terceiro para ser responsável pelo desenvolvimento e suporte da infraestrutura de TI. Porém,  se esse processo não for conduzido com cautela, o outsourcing não resolverá os problemas e a redução de custos pode ser nula.

Um solution center é um centro onde especialistas de TI trabalham para manter e desenvolver soluções customizadas como software, aplicações em nuvem e outros produtos. Esse trabalho pode ser realizado na empresa, em um local remoto, em outra cidade ou país, promovendo a criação de postos de trabalho em diferentes regiões.

O solution center é responsável por fornecer mão de obra local e  infraestrutura necessária para o funcionamento adequado dos serviços. Uma vez que o vendedor entende as necessidades do cliente, ele pode fazer uma proposta personalizada. A ideia é criar um plano abrangente que vai desde as instalações, infraestrutura de TI, segurança, acesso, pessoal treinado e processos com os quais irá trabalhar. 

Entre os serviços que podem ser oferecidos por um centro de soluções estão:

1-Desenvolvimento de aplicações

O ciclo de vida do desenvolvimento de software deve ser certificado e baseado em fundamentos de Project Management Institute (PMI, na sigla em Inglês). O escopo, custo e tempo devem ser controlados e monitorados constantemente pela unidade de projetos. É necessário fornecer suporte técnico robusto e identificar riscos que podem ocorrer ao longo do projeto.

2-Manutenção de sistemas

Esse é um dos serviços mais caros para as empresas, pois pode representar até 80% dos orçamentos atuais de TI atuais. O pior é que às vezes os gestores não sabem exatamente onde gastam grandes quantidades de dinheiro, direcionando recursos para outras áreas. A manutenção eficiente é essencial para garantir o funcionamento de aplicações vitais para os negócios. 

3- Teste de software

É essencial avaliar a qualidade e o bom funcionamento das aplicações em cada etapa de desenvolvimento. Um processo sólido reduz o risco de falha em grandes projetos, controlando a prevenção de defeitos que duplicam o trabalho. Os testes evitam atrasos nos prazos de entrega, garante a qualidade do suporte aos clientes, bem como na definição correta da estratégia de negócio.

Veja a seguir cinco qualidades que um solution center precisa ter:

1. Qualidade

É importante a contratação de uma empresa ou de profissionais que tenham as qualificações necessárias para o tipo de serviço prestado. Por exemplo, o processo de desenvolvimento, trabalho de gerenciamento de pedidos, administração de projetos devem ser baseados nas práticas do PMBOK ou CMMI.

2. Aspectos legais 

O solution center deverá se responsabilizar legalmente pela mão de obra oferecida, questões trabalhistas, direitos autorais e respeitar acordos de confidencialidade.

3. Recursos materiais

A empresa tem que operar com infraestrutura necessária para garantir a qualidade de seus serviços, seja em outro estado ou país. Isso inclui questões de segurança, conectividade com contratação de várias operadoras, ter redes com velocidade, VoIP ou o que for preciso para entrega dos serviços de forma eficiente.

4. Recursos humanos

As pessoas são o maior ativo de uma empresa. Assim lealdade e confiança é um bom indicador do que está acontecendo lá dentro do solution center. Atualmente, existem estudos que podem nos dar uma ideia das melhores empresas para trabalhar.

5. Segurança

O provedor tem de se adaptar e respeitar as necessidades de seu cliente. A infraestrutura tecnológica define o sucesso de uma empresa na medida em que a sua robustez, qualidade e sustentabilidade traduzem em aumento do investimento em TI. 

“Um centro de soluções pode ajudar as empresas a agilizar suas operações e reduzir os custos, permitindo que elas se concentrem no desempenho dos negócios”, avalia David Martinez, gerente de solução Praxis Center, que recomenda que alguns cuidados na escolha do parceiro pode evitar dor de cabeça e gerar redução de custos.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/negocios/2013/02/27/cinco-dicas-para-escolha-de-um-provedor-de-solucao/


Uma das novidades que serão apresentadas nas próximas semanas é uma ferramenta que busca vagas de acordo com experiência, perfil e informações publicadas no perfil dos membros.

A rede social LinkedIn passou por uma atualização e aprimorou a ferramenta de busca de emprego para ajudar seus membros que estão procurando novas oportunidades no mercado de trabalho. Além de novo visual, a seção LinkedIn Jobs ou Emprego inclui outros recursos para os assinantes tradicionais e titulares de conta Premium. 

Os novos recursos serão lançados ao longo das próximas semanas, segundo informa o gerente de produtos do LinkedIn, Vaibhav Goel. Ele afirma que a rede social quer ajudar seus associados a encontrar o emprego de seus sonhos. 

Com esse objetivo, o executivo diz que o novo LinkedIn Jobs foi completamente redesenhado para melhorar a experiências dos membros e conectá-los com as oportunidades certas.

A seguir você confere algumas dessas novidades:

1. O emprego certo 

A nova página do LinkedIn Jobs traz uma seção chamada “Emprego que você pode estar interessado”. A ferramenta lista vagas em aberto que podem ser uma opção interessante para você, baseada na sua experiência profissional, região onde mora e informações publicadas no seu perfil.

Você pode optar por receber alertas diários, semanais ou e-mail sobre novas vagas de empregos, clicando no link na parte superior da seção de Empregos.

2. Pesquisa avançada

Para procurar uma vaga de emprego, baseada em critérios mais específicos, clique em “Pesquisa Avançada”. Você encontrará logo abaixo a barra de pesquisa na página principal de Emprego.

No local, você poderá visualizar as posições abertas por país, CEP, indústria e função. Ao clicar  em “Mais opções” encontrará campos adicionais, incluindo nível de experiência e também informar se você tem uma conta Premium no LinkedIn.

3. Vagas oferecidas pela sua rede de contatos

Abaixo a seção “Jobs you may be interested in”, ou vagas que você pode estar interessado, foi incluída uma nova ferramenta chamada Discover Jobs. Esse recurso permite achar vagas abertas em empresas de contatos de sua network. Esse sistema possibilita também conexões com pessoas que pode indicar você para as novas oportunidades.

Ao clicar em uma empresa em determinada empresa, o LinkedIn pode procurar suas conexões que trabalham lá e ver as posições em aberto.

4. Busca por vagas já pesquisadas 

No lado direito da página de novas vagas, você pode ver rapidamente as oportunidades já pesquisadas e que salvou, além de novas buscas.

Os resultados serão guardados em “Saved Searches” automaticamente quando surgir novas vagas que encaixam em seu perfil profissional assim que elas são publicadas.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2013/02/25/4-novos-recursos-do-linkedin-para-quem-procura-emprego/


Funcionários em regime de sobreaviso devem receber adicional correspondente a um terço do valor normal da hora trabalhada.

Em sessão de alterações na sua jurisprudência, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) aprovou na sexta-feira (14/7), mudança na redação da Súmula 428, que trata do regime de sobreaviso. Pelo novo entendimento, o trabalhador que estiver submetido ao controle do empregador por meio de celulares e outros meios de comunicação informatizados, aguardando a qualquer momento um chamado para o serviço durante seu período de descanso, tem direito ao adicional de sobreaviso, correspondente a um terço do valor normal da hora trabalhada.

A mudança preencheu uma lacuna na redação anterior da Lei 12.551, re regulamentou o teletrabalho, mas não caracterizava o regime de sobreaviso. Com a nova redação, o regime de sobreaviso passa a ser caracterizado quando o empregado estiver submetido ao controle do patrão por meio de instrumentos telemáticos e informatizados (pagers, BIP, celulares, etc.), aguardando a qualquer momento um chamado de serviço durante o seu horário de descanso.

A revisão é resultado das discussões da 2ª Semana do TST, iniciada na segunda-feira (10). “O TST realizou, ao longo desta semana, uma detida reflexão sobre sua jurisprudência e sobre medidas de cunho normativo visando ao aperfeiçoamento da instituição”, disse o presidente do Tribunal, ministro João Oreste Dalazen, na sessão do Tribunal Pleno que oficializou as alterações.

“Recebemos inúmeras sugestões, centenas de propostas, sugestões e críticas dirigidas à jurisprudência, mas, dada a exiguidade de tempo, não foi possível examiná-las todas, ainda que muitas delas tenham a maior importância e mereçam toda a nossa consideração.”

O tema ganhou repercussão com a aprovação da Lei 12.551, sancionada em dezembro de 2011 pela presidenta Dilma Rousseff, que modificou o Artigo 6º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A nova redação acrescenta ao Artigo 6º o seguinte texto: “Parágrafo único: os meios telemáticos e informatizados de comando, controle e supervisão se equiparam, para fins de subordinação jurídica, aos meios pessoais e diretos de comando, controle e supervisão do trabalho alheio.”

A discussão

Em meados de agosto o Tribunal Superior do Trabalho (TST) já havia decidido que o trabalhador que fica à disposição da empresa por meio do telefone celular tem o direito de receber remuneração extra pelas horas de sobreaviso. Apesar do TST já ter estabelecido que o uso do telefone da empresa não é caracterizado como plantão, a partir do momento em que o funcionário fica com sua liberdade de locomoção limitada, ele tem o direito ao pagamento extra.

O caso veio à discussão, quando o chefe do almoxarifado de uma empresa gaúcha portava o celular e ficava à disposição da companhia todos os dias, inclusive finais de semana e feriados, por ser o único responsável por qualquer movimentação no estoque.

A 5ª Vara do Trabalho de Porto Alegre (RS) concluiu que o funcionário não tinha plena liberdade nessas horas, que deveriam ser pagas à razão de um terço da hora normal. A decisão foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 4ª Região, que apenas limitou o período aos horários e dias de efetivo funcionamento da empresa.

O sobreaviso é caracterizado quando há restrição da liberdade do trabalhador de utilizar seu tempo de folga por determinação do empregador. As horas são remuneradas com valor de um terço da hora normal, e no caso de o empregado ser efetivamente acionado, a remuneração é de hora extra.

Com a introdução de novas tecnologias, o funcionário não é mais obrigado a permanecer em casa à espera de um chamado por telefone fixo. Porém, o uso de bips, pagers e celulares não é suficiente para determinar que o trabalhador esteja de sobreaviso, “porque o empregado não permanece em sua residência aguardando, a qualquer momento, a convocação para o serviço”.  Por isso, o TST volutou a discutir a súmula dos “aparelhos de intercomunicação”.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/ti-corporativa/2012/09/15/empregados-tem-direiro-a-hora-extra-por-uso-de-celulares-fora-do-expediente/